Mundo deve chegar a 10 milhões de casos de covid-19 na próxima semana
![REUTERS/Denis Balibouse/Proibida reprodução Diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom](/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif)
![Reuters](https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/styles/269x0/public/logo_parceiros/logo_reuters.jpg?itok=1pP189Lc)
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, estimou nessa quarta-feira (24) que o número de casos do novo coronavírus no mundo, que atualmente está em torno de 9,3 milhões, chegará a 10 milhões na próxima semana.
Em entrevista coletiva, Adhanom afirmou que apoia a decisão da Arábia Saudita de proibir estrangeiros de participarem da peregrinação anual do Haj, para ajudar a conter a disseminação do vírus.
Ele disse ainda que a OMS agora está apoiando muitos países no enfrentamento das dificuldades de obter concentradores de oxigênio, dispositivos que ajudam na respiração de pacientes de covid-19. "A demanda está superando a oferta".
Mike Ryan, chefe do Programa de Emergências da OMS, lembrou que a pandemia ainda não atingiu seu pico em muitos países das Américas, e que "ainda é intensa", especialmente na América Central e do Sul.
"Eu caracterizaria a situação como ainda em evolução, ainda não tendo atingido seu pico, e provavelmente resultando em um número elevados de novos casos e mortes nas próximas semanas", disse Ryan.
Muitos países da região registraram aumentos de 25% a 50% nos casos na última semana, acrescentou.
Reino Unido
Ryan também afirmou que o programa de testes do novo coronavírus do Reino Unido pode ajudar a mostrar como o vírus se dissemina no país. "A testagem no Reino Unido aumentou, o sistema de vigilância é capaz de entender onde o país está", disse ele, acrescentando que muitos países, incluindo o próprio Reino Unido, "lutaram arduamente" e estão executando uma saída segura do isolamento. "O Reino Unido está adotando uma abordagem gradual, está ouvindo a ciência", disse Ryan.
![Christophe Petit Tesson/Arquivo/EFE Parlamento francês, Assembleia Nacional da França](/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif)
![Reuters/Anas al-Shareef/Proibida reprodução Casas e edifícios destruídos por ataques israelenses em Jabalia, norte da Faixa de Gaza
11/10/2023
Reuters/Anas al-Shareef/Proibida reprodução](/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif)