Os momentos finais do velório de Zé Celso nessa quinta-feira (6) foram como o ato final das várias peças que ele já dirigiu nos mais de 60 anos no Teatro Oficina. Atores em transe cantando ao redor do corpo do dramaturgo e uma salva de palmas do público presente de mais de três minutos.
Centenas de pessoas vieram prestar homenagens ao dramaturgo. A fila virava o quarteirão da Rua Jaceguai.
O advogado Arthur Prado é da mesma cidade de Zé Celso, Araraquara, e falou que acompanhou várias peças do dramaturgo.
Para Dorberto Carvalho, presidente do Sindicato dos Artistas e técnicos de espetáculos de São Paulo, Zé Celso deixa um legado para toda a classe artística.
O velório começou às 23h da noite dessa quinta. E, de acordo com o esposo de Zé Celso, Marcelo Drummond, a ideia foi fazer uma homenagem do jeito que Zé Celso gostaria.
E teve muita emoção nessa despedida... A atriz Julia Pasquale, que trabalhou com Zé Celso nos anos 80 e 90, puxou um canto com o qual ela sonhou.
Julia explicou o que o canto significa.
No final da manhã desta sexta-feira (7), o corpo de Zé Celso foi levado para cremação no crematório Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na grande São Paulo.



