A Comissão de Constituição e Justiça retoma análise da prisão de deputado Chiquinho Brazão suspeito de mandar matar Marielle Franco e Anderson Gomes.
Ele foi preso no último dia 24 de março, junto com o irmão Domingos Brazão, ex-deputado estadual e hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, e o delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio.
No caso do Chiquinho Brazão, a Constituição determina que a Câmara decida sobre a prisão. E é justamente o que vai ocorrer. O parecer do deputado Darci de Matos, pela manutenção da prisão já foi analisado pela Comissão de Justiça. Obstrução de Justiça e homicídio são os argumentos. Depois de analisado na Comissão, o parecer vai para plenário e o presidente da Câmara, Arthur Lira, já disse que essa votação deve ocorrer na tarde desta quarta-feira (10) em pauta única. A votação, aliás, é aberta e precisa de maioria dos votos, ou seja, 257 votos.
No mesmo horário em que a Comissão de Constituição e Justiça vai decidir sobre a prisão do parlamentar, o Conselho de Ética estará decidindo sobre o mandato dele. É que está prevista a instauração do pedido de cassação de Chiquinho Brazão protocolado pelo PSOL. Será a escolha do relator e início da tramitação do processo.




