Inea vai analisar morte de baleia jubarte na Praia da Restinga
Técnicos do INEA, Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, vão analisar a causa da morte de uma baleia jubarte macho encontrada neste fim de semana. O exemplar, que estava em avançado estado de decomposição, era de um animal jovem e com peso estimado em 15 toneladas e cerca de 10 metros de comprimento.
O mamífero apareceu morto na Praia da Restinga, dentro dos limites da Área de Proteção Ambiental Estadual de Maricá.
Segundo o coordenador do Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores da UERJ, Rafael Carvalho, as baleias dessa espécie costumam encalhar nas praias, quando vêm ao Brasil todos os anos, entre os meses de julho e novembro, para se reproduzirem nas águas mais quentes dos trópicos.
A maior concentração dessas baleias ocorre no Banco dos Abrolhos, entre o sul da Bahia e o norte do Espírito Santo. Nesta região, é possível encontrar mais de 80% das 17 mil jubartes que visitam a costa brasileira. A expectativa de vida desse animal é superior a 50 anos.




