Reforma da Previdência: aliados buscam votos; movimentos mantém mobilização contra
Após ceder e deixar a votação da reforma da Previdência para o ano que vem, o governo passará o recesso do Congresso Nacional em negociações.
O presidente do PMDB e líder do governo, senador Romero Jucá, garantiu que a base aliada está mobilizada. Questionado se haverá punição a membros do partido que se declaram contra a proposta, destacou:
Apesar da resistência entre a base aliada e a oposição, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, acredita que daqui até fevereiro, quando a proposta deve ser votada, os governistas vão conseguir mais votos.
Já o senador Renan Calheiros, do PMDB, partido de Michel Temer, já se declarou contra a proposta.
Enquanto o governo negocia e tenta apoio para a reforma da Previdência, movimentos sindicais também dizem que vão se manter mobilizados contra a proposta. A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal, por exemplo, diz que vai manter a pressão para derrubar a medida.





