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Mobilização para identificar pessoas desaparecidas entra em nova fase

Profissionais da saúde e da assistência social participam de formação
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Daniella Longuinho, da Rádio Nacional
25/02/2025 - 20:46
Brasília
Rio de Janeiro - O Programa SOS Crianças Desaparecidas faz ato público para divulgar imagens de crianças e adolescentes desaparecidos (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
© Tânia Rêgo/Agência Brasil

Profissionais das áreas da saúde e da assistência social participarão de uma nova etapa da Mobilização Nacional de Identificação de Pessoas Desaparecidas.

A iniciativa alcança pessoas acolhidas em hospitais e entidades de longa permanência cujas identidades são desconhecidas.

A partir desta quarta-feira (26), o Ministério da Justiça e Segurança Pública colocará em prática uma nova articulação interinstitucional para identificação dessas pessoas.

O primeiro passo do protocolo de identificação de pessoa sem identidade conhecida é a coleta de impressões digitais e fotografias. Uma equipe especializada do Sistema Único de Saúde (SUS) ou do Sistema Único de Assistência Social (Suas) é acionada para os registros. Essas informações são confrontadas com bancos de dados civis estaduais, distrital e nacional.

Se a identidade não for confirmada, o próximo passo é a coleta do material genético da pessoa acolhida. As amostras serão analisadas e confrontadas com bancos de dados disponíveis.

Em agosto de 2024, teve início a primeira fase da mobilização, dedicada à coleta de amostras de DNA de familiares de pessoas desaparecidas. A ação ocorreu em 300 pontos de coleta espalhados pelo país.

Agora, entra em curso a ação para identificar pessoas vivas com identidades desconhecidas que estejam acolhidas em instituições de saúde e assistência social.

A terceira e última etapa, prevista para ocorrer ainda em 2025, terá como foco a pesquisa de impressões digitais de pessoas falecidas não identificadas.

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